quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Soneto I

Oh flor do céu!Oh flor cândida e pura!
Ganha-se a vida, perde-se a batalha
O sabor da vitória é mais doce que mel
e como o que era mundo volve a nada.

Quatro esperanças perdidas
Grandes metáforas largadas
A sinfonia da vida
simplesmente volve a nada.

Tocar meus lábios nos teus
É afogar-me no poço dos desejos
E admirar meu céu feito breu.

Amor, puro castigo
Por fim descubro, pro meu triste desatino
Amar se aprende amando.

Por: J.M.


(Esse soneto é formado por várias fragmentações)

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